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Nem todas as crianças aprendem da mesma forma. Felizmente.
A diversidade não representa um desafio para a educação. Representa a sua razão de existir. Durante muito tempo, a educação foi construída sobre uma ideia aparentemente simples: ensinar todos da mesma forma garantiria igualdade de oportunidades. As mesmas explicações. Os mesmos manuais. Os mesmos critérios de avaliação. O mesmo tempo para aprender. O mesmo percurso para todos. À primeira vista, esta abordagem parece justa. Na realidade, parte de um pressuposto que a ciência h
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há 5 dias2 min de leitura


O cérebro não aprende sob ameaça.
A aprendizagem não começa quando o professor fala. Começa quando o cérebro se sente suficientemente seguro para escutar. Durante décadas acreditámos que aprender dependia sobretudo da inteligência, da disciplina ou do esforço. Hoje sabemos que essa visão é incompleta. A neurociência demonstrou que a aprendizagem é, antes de tudo, um processo biológico. Antes de memorizar uma fórmula matemática, interpretar um texto ou resolver um problema complexo, o cérebro responde a uma pe
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9 de jul.2 min de leitura


E se a educação deixasse de ser apenas transmissão de conteúdos… e passasse a ser experiência, sentido e prazer em aprender?
Pensar a educação com outros olhos implica questionar o modelo tradicional que ainda predomina em muitas salas de aula. Um modelo muitas vezes centrado na transmissão de informação, na padronização e na avaliação, mas que nem sempre acompanha as necessidades emocionais, cognitivas e sociais das crianças e jovens de hoje. Abordagens como o construtivismo e o sócio-construtivismo trouxeram uma mudança essencial: a aprendizagem não acontece de forma passiva, mas sim através da i
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7 de jul.2 min de leitura


Até que ponto a proteção dos pais protege… ou fragiliza?
Será que, na tentativa de cuidar, não estamos também a limitar a autonomia dos nossos filhos? A ideia de “proteger” os filhos é um instinto natural e profundamente humano. No entanto, importa refletir sobre onde termina a proteção saudável e onde começa a chamada “bolha parental”, um espaço excessivamente controlado, onde a criança é constantemente resguardada de qualquer desafio, risco ou frustração. Do ponto de vista do desenvolvimento neuropsicológico e pedagógico, o erro,
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6 de jul.2 min de leitura


O que é, afinal, a inclusão? E será que, no nosso dia a dia, estamos realmente a ser inclusivos com quem nos rodeia?
Fala-se muito de inclusão, mas poucas vezes paramos verdadeiramente para refletir sobre o que isso significa no quotidiano. Vivemos em comunidade, mas muitas vezes estamos longe de quem está excluído não porque não esteja presente, mas porque não o vemos, não o reconhecemos, não o sentimos. Ser inclusivo não é apenas um conceito ou uma palavra bonita. É um exercício diário de olhar para o outro com mais atenção, mais humanidade e mais empatia. E a verdadeira empatia não é ape
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4 de jul.1 min de leitura
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